Pets: eles também estão descendo pro play.

Tendência em condomínios, espaços pets estão cada vez mais presentes nos grandes lançamentos imobiliários.


Não é brincadeira: entre cães, gatos e aves, o Brasil, hoje, tem uma população de mais de 100 milhões de bichinhos de estimação. Um número expressivo, divulgado no último censo do IBGE, de 2013, e que explica o sucesso de um dos negócios que mais crescem no país: o mercado pet.

O amor pelos filhotes, e a vontade de oferecer a eles cada vez mais conforto, saúde e bem-estar, faz seus donos gastarem sem medidas, movimentando cerca de 20 bilhões de reais ao ano, o que representa 0,38% do nosso PIB. E num cenário como esse, é claro que o mercado imobiliário iria se mexer.

Áreas específicas para a presença, o convívio e o lazer de animais estão cada vez mais comuns em condomínios de prédios ou de casas. Os chamados espaços pets passaram a fazer parte, de cara, na construção de novos projetos ou mesmo serem adaptados nos empreendimentos mais antigos. E com direito a brinquedoteca, túneis e casinhas para os bichanos.

E não parou por aí. Além de espaços pets, alguns condomínios já estão também oferecendo serviços como pet shops, com banho e tosa, e passeadores de cães. Tudo pros papais e mamães dos bichinhos ficarem ainda mais felizes com eles. São tendências que têm valorizado empreendimentos e se tornado diferenciais na hora da opção pela compra de um imóvel.

Aliás, vale ressaltar que esse movimento também ganhou força depois que, no último dia 14 de maio, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que nenhum condomínio pode mais proibir moradores de terem animais de estimação em suas unidades, desde que, claro, o animal não coloque em risco a segurança e a saúde de nenhum outro morador. Não são necessárias áreas muito amplas para se criar espaços pets. Pequenas áreas livres e sem utilização podem se transformar num ambiente dedicado aos animais.

No entanto, iniciativas como dias dedicados aos animais também têm aparecido como alternativas para condomínios que não têm, de fato, espaços físicos para construção ou adaptação desses espaços específicos. Nesses dias, veterinários fazem visitas e examinam os animais dos moradores, checando suas condições de saúde, cartões de vacinação, entre outras avaliações.

Alguns cuidados são muito importantes e podem ser tomados tanto pelos administradores dos condomínios, quanto pelos condôminos e donos dos animais:

• Respeito às características de cães e gatos; • Limpeza local; • Recolhimento de fezes pelos donos, utilizando saquinhos plásticos, que podem ser fornecidos no próprio local; • Vacinações em dia; • Controle de pulgas e carrapatos; • Utilização de coleiras e focinheiras; • Água potável.

Espaços pets bem planejados e bem estruturados têm tudo para se tornarem áreas de convivência muito agradáveis para seus frequentadores. Afinal de contas, a família inteira tem direito a ser mais feliz onde mora, não é mesmo?

Fonte: Matéria Revista Síndico

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